Drenagem linfática emagrece?

Drenagem linfática emagrece?

A drenagem linfática emagrece devido à retirada de excesso de líquidos e de toxinas do organismo. A drenagem linfática tem outros benefícios, como combater a celulite, melhorar o circulação sanguínea, eliminar o inchaço e é o complemento essencial para diversos procedimentos de estética, como a lipocavitação e a radiofrequência, por exemplo.

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Estes procedimentos atuam na camada de gordura e acabam por liberar uma série de toxinas no organismo. Com a drenagem linfática, essas toxinas são direcionadas para os gânglios linfáticos e, posteriormente, eliminadas através da urina. O que garante a eficácia do tratamento.

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Para emagrecer com a drenagem linfática recomenda-se realizar, no mínimo, 4 sessões por semana, de corpo inteiro, e cuidar da alimentação não ingerindo gorduras, açúcares e alimentos processados. Beber 1.5 L de água ou de um chá drenante, como o chá verde, por exemplo, é importante para manter o organismo devidamente hidratado e eliminar ainda mais toxinas.

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Apesar da drenagem linfática ser drenante e antioxidante, ela não atua diretamente no metabolismo das gorduras. Assim, os centímetros perdidos com a drenagem linfática não representa a retirada de gordura acumulada nestes locais. Por isso, seria mais correto afirmar que a drenagem linfática desincha, e não emagrece. Mas, quando é associada à dieta, exercícios ou outras técnicas de estética, ela contribui para que o indivíduo emagreça mais facilmente.

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BIOTINA

BIOTINA

Dois compostos químicos diferentes denominados de Vitamina H e de coenzima R, fator de
crescimento das leveduras, foram identificados como sendo os mesmos que é a Biotina.
Esse composto é um ácido monocarboxílico, estável ao calor, solúvel em água e álcool e
bastante suscetível à oxidação. Existem oito isômeros de Biotina, pelo fato de a molécula
ter 3 carbonos assimétricos, mas somente o isômero d-Biotina é o biologicamente ativo,
sendo portanto a forma comercialmente usada. Apesar de a descoberta da Biotina ter sido
feita a mais de 70 anos, seu papel na nutrição humana ainda não foi totalmente
esclarecido, por vários fatores: a deficiência de Biotina é muito rara. Sua baixa
concentração no sangue e na urina dificulta sua medição. Entretanto, nos últimos anos,
pesquisas indicam que a biotina parece ter um papel essencial nas ocorrências dos erros
inatos do metabolismo de carboidratos e de lipídeos.
Recomendação de Uso
Não existe uma recomendação específica para a Biotina para seres humanos. O fato de a
Biotina ser sintetizada por bactérias dificulta o estabelecimento de recomendações.

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Acredita-se que uma ingestão entre 30 e 100g por dia é adequada para o ser humano.
É usada para tratamento e prevenção dos estados de sua deficiência, na faixa de 0,2 a 1,2
mg ao dia.
Aplicações
 Tratamento de acne, alopecia e seborreia;
 Ativador do metabolismo celular;
 Prevenção e tratamento de estados de deficiência.
Absorção e excreção
Em humanos a absorção de Biotina é feita na parte proximal do intestino curto. A Biotina é
transportada na circulação sanguínea por uma glicoproteína. A excreção da biotina livre
por via urinária.
Fontes Alimentícias
Uma das melhores fontes de Biotina é o leite (humano e de vaca), o fígado e a gema de
ovo, além disso, a biotina é largamente fornecida pela síntese bacteriana no trato
intestinal. Essa característica faz com que a excreção da Biotina na urina e nas fezes seja
maior do que a ingestão pela alimentação.
Deficiência e Toxicidade
Não é comum a deficiência de Biotina em humanos. Em animais sua deficiência está
associada a uma dermatite característica, que pode ser produzida pela adição da clara crua
de ovo na alimentação, pois a avidina presente nela pode combinar-se com a Biotina,
tornando essa vitamina não disponível. Sinais de deficiência incluem dermatite, anorexia,
glossite, hipercolesterolemia, dores musculares, depressão e anormalidades cardíacas.

Varizes: entenda o problema, veja causas e aprenda a tratar

Varizes: entenda o problema, veja causas e aprenda a tratar

O comum problema das varizes, veias dilatadas das pernas e pés, atingem 70% das pessoas com até 70 anos e, além de prejuízos estéticos, podem causar dor, desconforto, inchaço e demandar cirurgia. Por isso, fique atento aos sinais na pele e aprenda a cuidar deste quadro.

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Foto: Getty Images
O que é?
As varizes são aquelas veias que se dilatam e deixam de ser retas, ficando tortas e saltadas na pele. Segundo o secretário-geral da Sociedade Brasileira de Angeologia e de Cirurgia Vascular, Dr. Celso Bregalda Neves, “varizes são veias que nós vemos”. Ele destaca que o que é popularmente chamado de “varizes internas” não existe, as veias comprometidas que ficam mais profundas nos músculos são tratadas como outra condição venosa chamada de doença das veias profundas.

Os vasinhos se diferenciam das varizes apenas em calibre e posição, já que ficam na camada mais superficial da pele e tem 1mm de diâmetro, enquanto as varizes apresentam 3mm. As causas e os tratamentos também são bem similares.

Conheça as causas
O principal fator é a predisposição familiar, ou seja, a doença é passada de geração em geração, caso pais, avós e tios apresentem os mesmo sintomas.

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Em seguida, as mulheres são as mais prejudicadas. Segundo o Dr. Celso Bregalda, são registrados entre 2,5 e 3 casos de mulher com varizes para cada homem com a doença. O motivo são os hormônios femininos que diminuem a força das paredes das veias, deixando os vasos mais fracos. Por isso, reposição hormonal e métodos anticoncepcionais podem ajudar com que as varizes apareçam antes da hora. Pela mesma razão, durante a gravidez, as chances também crescem e, aumentam a cada nova gestação.

A idade é outro fator de risco. Varizes não são nada comuns em bebês e normalmente começam a aparecer na puberdade, quando os homens esticam no tamanho e, as mulheres, recebem maior carga de hormônio. Além disso, o colágeno das veias começa a diminuir com a idade, por isso elas tendem a dilatar mais facilmente.

Além destes fatores naturais, hábitos incorretos também são grandes motivos. Ficar muito tempo na mesma posição, seja em pé ou sentado, prejudica a circulação do sangue nos membros inferiores.

Além da obesidade e sedentarismo, a longo prazo, pessoas com intestino preguiçoso, que por vários anos, fazem força para evacuar acabam pressionando as veias nas pernas, aumentando as chances das varizes aparecerem.

Salto alto, piora?
“Existe um certo conflito na literatura médica sobre o uso do salto alto”, comentou o Dr. Celso Bregalda . Ele explica que por causa do salto alto, o sangue pode ficar mais facilmente preso na região da panturrilha pela dificuldade que a posição da babata da perna causa. No entanto, o pé reto também exige mais esforço dos músculos para bombearem o sangue de volta ao coração. “O ideal é um saltinho pequeno, com um ou dois centímetros, para que a perna fique em posição confortável”, explicou.

“A panturrilha é o coração da perna”. Cuide bem dela!
O Dr. Celso Bregalda explica que, depois de bombeado, o sangue precisa voltar para o coração e, para isso, depende da panturrilha. “É preciso fazer o ciclo completo da movimentação do sangue e, quando as veias das pernas estão comprimidas e os membros parados, o sangue fica represado nas batatas das pernas, o que prejudica a circulação e, entre outros fatores, causa varizes. A panturrilha é o coração da perna”, explicou.

Por isso, durante o período de trabalho, é preciso ter cuidados com os hábitos. Para quem fica o dia todo sentado, por exemplo, os males serão maiores do que para um carteiro que, apesar de ficar em pé boa parte do tempo, ele apresenta menos problemas já que está se movimentando e não parado na mesma posição. “O importante é o movimento, não a posição”, explica o Dr. Celso Bregalda.

Como melhorar a circulação do sangue nas pernas
Levantar a cada uma ou duas horas para movimentar os músculos é a melhor alternativa. Mas fazer exercícios com as pernas, mesmo sentado, também ajuda. Uma das dicas é levantar e abaixar os pés, como se estivesse acelerando um carro, por cinco vezes a cada meia hora.

Outra maneira, menos agradável e menos estética, é o uso das meias elásticas de compressão graduada. Elas fazem pressão nos pés e tornozelo ajudando o sangue a subir em direção ao coração. Além do clássico tamanho 3×4, que vai até abaixo do joelho, há ainda a 7×8, até a coxa e a meia-calça convencional.

Atualmente, as marcas investem em cores como preto, branco e com brilho para sair do bege. Tecidos mais leves também têm sido experimentados para diminuir o desconforto. “Além de não ser muito estético, no calor também esquenta, mas é muito recomendado o uso da meia”, informou o Dr. Celso Bregalda.

Como tratar?
Os vasinhos – manchinhas nas pernas que parecem riscos de caneta – podem ser tratados com aplicação, nas quais substâncias são injetadas com agulha e causam a inflamação da veia, sendo depois absorvida pelo organismo. O laser também é outra opção, procedimento no qual o sangue da veia é esquentado até queimar o vaso. No entanto, ao contrário do que se pensa, lazer dói tanto quanto as aplicações com agulha e, cada nova emissão de luz, dá a sensação de uma picada de agulha.

No caso das varizes, o método mais comum é a retirada das veias dilatadas com procedimento cirúrgico. “Este método ainda tem o melhor custo benefício estético”, informou o Dr. Celso Bregalda.

A aplicação de espumas segue o mesmo princípio da aplicação dos vasinhos. No entanto, uma desvantagem é a possibilidade de ficar manchas na pele, já que como a extensão da veia danificada é extensa, pode acontecer de o corpo não conseguir absorvê-la por completo.

Ao contrário do laser nos vasinhos (que é um disparo), no caso das varizes, é injetado uma fibra que vai queimando as veias internamente. A desvantagem também é a possibilidade de ficarem manchas.

Há também o método da radiofrequência, um instrumento que esquenta a ponta e queima a veia por dentro da pele, diminuindo a extensão e podendo eliminar o vaso comprometido.

Saiba como escolher o exercício perfeito para evitar e tratar as varizes
Todos os tipos de atividades físicas são benéficas, no entanto, para ter melhores resultados no tratamento e prevenção das varizes é preciso apenas ter atenção aos resultados e escolher a melhor opção.

Segundo a Dra. Tais Tinucci, nefrologista e professora na Escola de Educação Física e Esporte da USP, devem ser priorizados os exercícios aeróbicos e evitados aqueles que precisam de grande explosão muscular. “É comprovado que o exercício aeróbico como caminhada, bicicleta e natação, tem aspecto preventivo e de melhora das varizes porque melhora a função da panturrilha”, explicou.

“Mas os exercícios de força que aumentam a pressão dentro da cavidade abdominal e exigem prender a respiração podem ter um caráter de piora para quem tem predisposição ao problema”, informou a Dra. Tais. Segundo ela, levantamento de peso e musculação, por exemplo, não são totalmente contraindicados, mas podem atrapalhar o quadro.

Fique atento às complicações
As varizes mais simples e fáceis de serem tratadas são os vasinhos. Com a complicação da situação das veias, pode haver inchaço das pernas e pés, dor e desconforto. Caso esta situação se prolongue por muitos anos, pode aparecer manchas na pele, chamadas de dermatite ocre e que acontece entre 2% e 3% dos pacientes.

Em seguida, a forma mais grave de varizes é quando surgem úlceras, que são feridas na pele. Comum em pessoas de idade mais avançada, este tipo demanda um tratamento mais difícil para eliminar a dor e as possíveis infecções.

Como prevenir
A melhor maneira de prevenir os vasinhos e varizes é adotar um estilo de vida saudável. Evitar o excesso de peso, fazer exercício aeróbico com frequência , ter uma alimentação balanceada para evitar a síndrome do intestino preguiçoso, manter a hidratação e usar a meia elástica.

“Não existe remédio para evitar o surgimento das varizes. Existem apenas remédios que melhoram os sintomas, como inchaço, dor e cãibra, que podem ser usados via oral ou em cremes, e são receitados em situações bem especificas”, comentou o Dr. Celso Bregalda.

 

Suco Verde

Suco Verde

Com as altas temperaturas que os termômetros têm marcado nas últimas semanas, nós só conseguimos pensar em alimentos e bebidas que refrescam, não é mesmo? Nada mais gostoso do que se refrescar e ainda ficar de olho na saúde. Por isso, vamos te falar os benefícios do suco verde e ainda ensinar a preparar duas receitas deliciosas.

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Mão na massa…

Quanto mais diversificado for o suco, mais benefícios ele trará para sua saúde. Abaixo você vai aprender quais são os alimentos mais indicados para o preparo da bebida. Confira!

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Folhas Verdes:
– Espinafre: rico em vitamina C e do complexo B, possui dois antioxidantes poderosos para a visão: luteína e zeaxantina.
– Couve: é fonte de magnésio, cálcio, ácido fólico e fibras, “Ela tem o poder de fazer a detoxificação no fígado”, explica Camila Ribeiro, professora do curso de Educação Física da faculdade Anhanguera de Bauru.
Frutas:
– Abacaxi: pouco calórico, é diurético e ajuda na digestão. “Contém uma grande quantidade de vitaminas e minerais, como vitamina A, vitamina C e ferro”, esclarece Camila.
– Maçã: com alto teor de antioxidantes que previnem o corpo do estresse oxidativo, é rica em vitamina C.
Raíz:

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– Gengibre: termogênico, ele acelera o metabolismo e, consequentemente, a queima de gordura corporal.
Águas:
– Além da mineral, que tem grande poder de hidratação e garante o bom funcionamento do intestino, Camila também sugere a água de coco, que é rica em minerais, potássio e magnésio.
E mais… A profissional indica a utilização do limão no preparo: “ele tem a função de alcalinizar o corpo, prevenindo doenças”, conclui. Além disso, uma colher de chia oferece grande quantidade de fibras.
E o verdinho?

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A clorofila, que dá a cor verde aos alimentos, atua no sistema imunológico, aumentando o número de anticorpos e evitando o envelhecimento precoce das células. “Ela possui vitamina A, B, C e E. Além de ser fonte de ferro e impedir que o intestino absorva substâncias químicas dos alimentos, desintoxicando o organismo”, explica Thaliane Dias, professora do curso de nutrição da Faculdade Anhanguera de Brasília. A clorofila está presente nos alimentos verdes, como chicória, couve, brócolis, salsa, coentro, alface, espinafre, acelga e agrião.