BIOTINA

BIOTINA

Dois compostos químicos diferentes denominados de Vitamina H e de coenzima R, fator de
crescimento das leveduras, foram identificados como sendo os mesmos que é a Biotina.
Esse composto é um ácido monocarboxílico, estável ao calor, solúvel em água e álcool e
bastante suscetível à oxidação. Existem oito isômeros de Biotina, pelo fato de a molécula
ter 3 carbonos assimétricos, mas somente o isômero d-Biotina é o biologicamente ativo,
sendo portanto a forma comercialmente usada. Apesar de a descoberta da Biotina ter sido
feita a mais de 70 anos, seu papel na nutrição humana ainda não foi totalmente
esclarecido, por vários fatores: a deficiência de Biotina é muito rara. Sua baixa
concentração no sangue e na urina dificulta sua medição. Entretanto, nos últimos anos,
pesquisas indicam que a biotina parece ter um papel essencial nas ocorrências dos erros
inatos do metabolismo de carboidratos e de lipídeos.
Recomendação de Uso
Não existe uma recomendação específica para a Biotina para seres humanos. O fato de a
Biotina ser sintetizada por bactérias dificulta o estabelecimento de recomendações.

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Acredita-se que uma ingestão entre 30 e 100g por dia é adequada para o ser humano.
É usada para tratamento e prevenção dos estados de sua deficiência, na faixa de 0,2 a 1,2
mg ao dia.
Aplicações
 Tratamento de acne, alopecia e seborreia;
 Ativador do metabolismo celular;
 Prevenção e tratamento de estados de deficiência.
Absorção e excreção
Em humanos a absorção de Biotina é feita na parte proximal do intestino curto. A Biotina é
transportada na circulação sanguínea por uma glicoproteína. A excreção da biotina livre
por via urinária.
Fontes Alimentícias
Uma das melhores fontes de Biotina é o leite (humano e de vaca), o fígado e a gema de
ovo, além disso, a biotina é largamente fornecida pela síntese bacteriana no trato
intestinal. Essa característica faz com que a excreção da Biotina na urina e nas fezes seja
maior do que a ingestão pela alimentação.
Deficiência e Toxicidade
Não é comum a deficiência de Biotina em humanos. Em animais sua deficiência está
associada a uma dermatite característica, que pode ser produzida pela adição da clara crua
de ovo na alimentação, pois a avidina presente nela pode combinar-se com a Biotina,
tornando essa vitamina não disponível. Sinais de deficiência incluem dermatite, anorexia,
glossite, hipercolesterolemia, dores musculares, depressão e anormalidades cardíacas.

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